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sexta-feira, 15 de abril de 2016

Cidadania



Servidores de Minas Gerais e todo país fazem paralisações contra projeto congelamento de salário 

Da Redação
primeiroplano@hojeemdia.com.br
14/04/2016 - 20h40 

Servidores públicos federais de Minas Gerais e de todo o país realizaram nesta quinta-feira (14) paralisações contra o Projeto de Lei Complementar 257 (PLP 257/16), que prevê, entre outras coisas, o congelamento do salário dos funcionários. No Estado mineiro, servidores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) aderiram à paralisação de 24h.
Em Juiz de Fora, na Zona da Mata, os técnicos-administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino e e servidores da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) chegaram a fechar os portões da reitoria.
No município de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, a paralisação contou com atividades no campus Santa Mônica da Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Cerca de 60 técnicos da instituição participaram de um seminário sobre o PLP 257/16.
Além de Minas Gerais, servidores de todo o país aderiram às paralisações. Em Brasília, no Distrito Federal, um ato contra o PLP 257 foi realizado em frente ao Ministério da Fazenda.
No Rio Grande do Norte, servidores estaduais e municipais se concentraram em frente ao Hospital Walfredo Gurgel, em Natal.
Ao norte, técnicos realizaram panfletagem nos portões da Universidade Federal do Pará (UFPA), localizada em Belém.
Outras manifestações ocorreram em Pernambuco, Maranhão, Sergipe e no Rio Grande do Sul.
Entenda a PLP 257/16
O Projeto de Lei Complementar 257, se sancionado, prevê medidas como suspensão do concurso público, congelamento de salário e o estímulo à demissão voluntária no funcionalismo. O polêmico projeto chega a mencionar a suspensação da valorização anual do salário-mínimo. O PLP 257/16 segue em tramitação no Congresso Nacional em regime de urgência constitucional.